Francisca Pinto

Nasceu em Lisboa. Bailarina, performer, intérprete e criadora. Formada pela Escola de Dança do Conservatório Nacional e licenciada pela Escola Superior deDança de Lisboa. Pós-graduada pela FCSH – Universidade Nova de Lisboa, em Comunicação e Artes. Em 2014 conclui o PEPCC no Fórum Dança, orientado por Patrícia Portela e Lia Rodrigues. Desde 2010 colabora em vários projetos enquanto bailarina/performer com Lia Rodrigues, Clara Andermatt, Martine Pisani, Jonas&Lander, Catarina Miranda, Bruno Alexandre, Sofia Dias&Vítor Roriz, entre outros. Praticante de Yoga desde 2010, conclui o Curso de Formação de Instrutores do CPYOGA, em Lisboa. Leciona Dança Contemporânea e Oficinas de Artes Performativas, em diferentes escolas e instuições públicas e privadas tais como Escola Superior de Dança, Estúdios Vítor Cordon, entre outras. Em 2021 inicia uma colaboração com o bailarino e coreógrafo Francisco Thiago Cavalcanti e juntamente com Bárbara Cordeiro e Piero Ramella, criam o coletivo UM CAVALO DISSE MAMÃE, atuando como intérprete e cocriadora nas peças: TAMBÉM SE MATAM CAVALOS e Quando eu morrer me enterrem na floresta. Autora e intérprete dos solos QUERER PARA VER (2020) Sololo ou A Ilha (2023). É mãe do Valentim e da Makeda.

Francisca Pinto

Nasceu em Lisboa. Bailarina, performer, intérprete e criadora. Formada pela Escola de Dança do Conservatório Nacional e licenciada pela Escola Superior deDança de Lisboa. Pós-graduada pela FCSH – Universidade Nova de Lisboa, em Comunicação e Artes. Em 2014 conclui o PEPCC no Fórum Dança, orientado por Patrícia Portela e Lia Rodrigues. Desde 2010 colabora em vários projetos enquanto bailarina/performer com Lia Rodrigues, Clara Andermatt, Martine Pisani, Jonas&Lander, Catarina Miranda, Bruno Alexandre, Sofia Dias&Vítor Roriz, entre outros. Praticante de Yoga desde 2010, conclui o Curso de Formação de Instrutores do CPYOGA, em Lisboa. Leciona Dança Contemporânea e Oficinas de Artes Performativas, em diferentes escolas e instuições públicas e privadas tais como Escola Superior de Dança, Estúdios Vítor Cordon, entre outras. Em 2021 inicia uma colaboração com o bailarino e coreógrafo Francisco Thiago Cavalcanti e juntamente com Bárbara Cordeiro e Piero Ramella, criam o coletivo UM CAVALO DISSE MAMÃE, atuando como intérprete e cocriadora nas peças: TAMBÉM SE MATAM CAVALOS e Quando eu morrer me enterrem na floresta. Autora e intérprete dos solos QUERER PARA VER (2020) Sololo ou A Ilha (2023). É mãe do Valentim e da Makeda.